![]() |
| ONU pede cessar-fogo imediato na Faixa de Gaza |
Conselho de Segurança expressou preocupação com a escalada de violência e pediu respeito às leis humanitárias; conflito já deixou mais de 450 mortos.
Em duas semanas de conflito na Faixa de Gaza, ao menos 430 palestinos e 20 israelenses foram mortos.
Em um comunicado lido à imprensa após uma reunião a portas fechadas na noite de domingo, o conselho disse estar inquieto pelo crescente número de fatalidades e pediu respeito às leis humanitárias internacionais, “incluindo a proteção dos civis”.
Os países do conselho defenderam os esforços do Egito e do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que desembarcou na região no domingo, para costurarem um acordo.
Repercussão – Riyad Mansour, o representante palestino para a ONU, disse a repórteres estar desapontado pelo fato de que o conselho não adotou a resolução proposta pela Jordânia que pedia a retirada das forças de ocupação de Israel. Mansour declarou que o comunicado do conselho é um teste para ver se Israel interromperá as operações contra Gaza.
O embaixador de Israel, Ron Prosor, não falou com os repórteres após a reunião. Já o embaixador da Rússia Vitaly Churkin criticou a convocação do conselho. Para ele, a reunião não tinha um propósito específico a ser discutido. "Por que ter esse encontro? O Conselho de Segurança ficou em uma posição muito constrangedora. Obviamente, nada sairá daqui", disse.
